Lorena Dayse

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Enfermeira intensivista , professora de enfermagem, trabalho ha alguns anos como professora, ministrante de cursos de extensão e como professora de preparatorios para concursos publicos.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

prova de concurso para tecnico em enfermagem 2010


olá pessoal como prometi ontem estou postando um link, com provas de enfermagem de 2010 essa foi concurso aplicado em santa Catarina.


clicaqui
aproveitem

e não esqueçam de deixar seu recado e comentar o post.

beijos

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Em Breve


provas de tecnico de enfermagem e enfermagem 2010

esperem, ja estou baixando e selecionando

beijos

terça-feira, 6 de abril de 2010

Infarto Agudo do Miocardio


O IAM é uma das principais caudas de morte no Brasil, algumas informações sobre essa patologia são complexas e outras cheias de controvérsias. Essa aula que estou postado traz informações sobre essa patologia de forma clara e resumida. Ideal para um estudo inicial, ou para um estudo para concurso.

para baixar clique no link abaixo:

clicar_Aqui

há não deixe de comentar, ta?

domingo, 4 de abril de 2010

provas copese Enfermeiro superior




essas provas podem ajudar no estudo para os concurso, estou postando também a pedidos

prova de enfermeiro ambulatorio
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prova de enfermeiro plantonista
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gabarito enfermeiro plantonista e ambulatorio
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prova de enfermeiro ESF
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e ai gostou dê sua opinião que é muito importante para mim, escreva abaixo o seu comentário....

sexta-feira, 2 de abril de 2010

obrigada pelo acesso


esse blog é pra você leitor que aqui está e que deseja mais conhecimento na área de saúde e em especial na area de enfermagem. Aqui pretendo postar, provas, aulas , apostilas, artigos, comentários, todo o material que puder, para que este blog seja melhor solicito a ajuda de todos, postem comentários vote nas enquetes e sempre acesse procurando algo novo....


obrigada

LORENA DAYSE
e agora cadê o comentario?

aprofundando o conhecimento em saúde pública


Essa postagem é para aqueles que desejam um conhecimento mais aprofundado em saude publica, estou postando links abaixo, são aulas ministrdas em preparatorios para concurso é so clicar e aproveitar muitooooooo

aula 1- EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE
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Aula 2- PRORGRAMAS DE ATENÇÃO BÁSICA
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aula 3- programa de agentes comunitarios de saúde
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Aula 4- Educação permanente em Saúde
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Aula 5- Programa de Diabetes e Hipertensão. Tuberculose e Hanseniase
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Aula 6- lei 8.142
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Aula 7- NASF + questões de concurso
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Aula 8- Programas de atenção básica
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Aula 9 - Muitas questões para praticar muito
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espero ter ajudado, agora deixe seu comentario abaixo.....

questões de urgencia e emergencia



Aula de urgência, um pequeno resumo inicial e muitas questões de concursos para você aproveitarem

clicaqui

obrigada pelo acesso !!!!!

agora faça seu comentario abaixo

Pressão Arterial


com as mudanças em nossa sociedade a hipertensão arterial passou a ser a doença de maior prevalencia na nossa vida moderna... que nao têm alguem hipertenso em casa .. para entedermos um pouco mais sobre essa patologia estou postando esse link

aula---- como medir a pressão arterial

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aula- pressão arterial
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gostaram????? poste um cometario abaixo...

Central de material esterilizado




o preparo dos materiais hospitalares é uma peça fundamental para a manutenção da integridade física do paciente, já que a maioria dos materiais estão directamente ligados a assistência ao mesmo, e podem portanto provocar infecção.

para baixar aula de CME clica no link abaixo :

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postem comentários

Carta Brasileira dos Direitos do Paciente




Os participantes do II Congresso de Humanização do Hospital e da Saúde, realizado em São Paulo, de 13 a 15 de agosto de 1982, e promovido pelo Centro São Camilo de Desenvolvimento em Administração da Saúde.

- coerente com os objetivos mais elevados de suas profissões e solidários com a pessoa enferma, objetivo e sujeito de seu atendimento;

- testemunhando seu respeito pelos direitos humanos e pela liberdade e dignidade da pessoa que servem;

- considerando as necessidades bio-psiquico-sociais do enfermo;

- considerando o direito á saúde assegurado pela constituição brasileira a todo o cidadão;

- crendo na possibilidade da prática de uma medicina verdadeira voltada para o homem integral;

- considerando a necessidade de evitar agressões de qualquer ordem ao enfermo e de integrá-lo como elemento ativo no processo terapêutico;

- considerando que o desenvolvimento tecnológico verificado na área da saúde pode gerar uma despersonalização dos cuidados prestados aos pacientes;

- proclama esta CARTA BRASILEIRA DOS DIREITOS DO PACIENTE que servirá como ponto de referencia para o exercício profissional da equipe de saúde e para a operação das instituições desta área.

Toda pessoa que necessita de cuidados de saúde tem direito:

1- á saúde e á correspondente educação sanitária para poder participar ativamente da preservação da mesma.

2- De saber como, quando e onde receber cuidados de emergência

3- Ao atendimento sem qualquer restrição de ordem social, econômica, cultural, religiosa e social ou outra.

4- Á vida e á integridade, física, psíquica e cultural.

5- Á proteção contra o hipertencinismo que viola seus direitos e sua dignidade como pessoa.

6- Á liberdade religiosa e á assistência espiritual.

7- De ser respeitado e valorizado como pessoa humana.

8- De apelar do atendimento que fira sua dignidade ou seus direitos como pessoa.

9- De ser considerado como sujeito do processo de atendimento a que será submetido.

10- De conhecer seus direitos a partir do inicio do tratamento.

11- De saber se será submetido a experiência, pesquisas ou praticas que afetem o seu tratamento ou sua dignidade e de recusar submeter-se as mesmas.

12- De ser informado a respeito do processo terapêutico a que será submetido, bem como de seus riscos e probabilidade de sucesso.

13- De solicitar a mudança de médico, quando o julgar oportuno, ou de discutir seu caso com um especialista.

14- Á assistência médica durante o tempo necessário e até o limite das possibilidades técnicas e humanas do hospital.

15- De solicitar e de receber informações relativas aos diagnósticos, ao tratamento e aos resultados de exames e outras práticas efetuadas durante sua internação.

16- De conhecer as pessoas responsáveis pelo tratamento e de manter relacionamento com as mesmas.

17- A ter seu prontuário devidamente preenchido, atualizado, e mantido sem sigilo.

18- A rejeitar, até os limites legais, o tratamento que lhe é oferecido e a receber informações relativas ás conseqüências de sua decisão.

19- Ao sigilo profissional relativo á sua enfermidade por parte de toda a equipe de cuidados.

20- A ser informado do estado ou da gravidade de sua enfermidade.

21- De ser atendido em instituição com serviço adequados.

22- De conhecer as normas do hospital relativas á sua internação.

23- De receber explicações relativas aos componentes da fatura independente da fonte de pagamento.

24- De receber familiares ou outras pessoas estranhas á equipe de cuidados.

25- De deixar o hospital independente de sua condição ou situação financeira mesmo contrariando o julgamento do seu médico e do hospital, embora, no caso deva assinar seu pedido de alta.

26- De recusar sua transferência para outro hospital ou médico até obter todas as informações necessárias para uma aceitação consciente da mesma

etica em enfermagem



O termo Ética refere-se aos padrões de conduta moral, isto é, padrões de comportamento relativos ao paciente, ao patrão e aos colegas de trabalho. Ter boa capacidade de discernimento significa saber o que é certo e o que é errado, e como agir para chegar ao equilíbrio.

Os pontos de ética enumerados foram compilados por diferentes autores. A lista pode não ser completa, mas contém os pontos mais importantes e mais tarde, quando você se familiarizar com o programa de enfermagem poderá acrescentar algo na lista.

Respeite todas as confidencias que seus pacientes lhe fizerem durante o serviço.

Jamais comente em público durante as horas de folga, qualquer incidente ocorrido no hospital nem de informações sobre seu doente. Qualquer pergunta que lhe for feita sobre os cuidados que ele recebe, bem como de suas condições atuais e prognosticas, por seus familiares, deverá ser relatada ao supervisor.

Evite maledicências- jamais critique seu supervisor ou seus colegas de trabalho na presença de outros funcionários ou dos enfermos.

Respeite sempre a intimidade de seus paciente. Bata de leve á porta antes de entrar no quarto. Cubra-o antes de executar qualquer posição. Cuide para que haja sempre lençóis disponíveis para exames e posições terapêuticas.

A ficha do paciente contém informação privada e deve ser guardada. Apenas as pessoas diretamente envolvidas no seu atendimento podem ter acesso a ela.

Demonstre respeito por seus colegas de trabalho em qualquer ocasião. Seja leal a seus chefes. Trate-os assim como a seus pacientes, pelo sobrenome, em sinal de respeito. Nunca recorra a apelidos, doenças ou número de quarto para se referir aos doentes.

Aceite suas responsabilidades de bom grado. Antecipe-se ao chamado do paciente; procurando adivinhar-lhe as necessidades. É importante que você não exceda suas responsabilidades nem sua habilidade. Conheça bem seu trabalho.

Tenha cuidado com os objetos ao paciente, para prevenir posteriores complicações, tanto para você quanto para o hospital. Guarde os objetos pessoais do doente, isto é, dinheiro, jóias, como se fossem seus.Cuide para que os objetos de valor sejam guardados no cofre do hospital.

Assuma a responsabilidade de seus erros e falhas de julgamento, levando-se logo ao conhecimento do supervisor, do contrario, você poderá colocar em risco sua própria pessoa, o paciente e o hospital.

O bom atendimento ao enfermo não permitir que haja preconceitos de raça, religião ou cor. Dispense a todos a mesma consideração e o mesmo respeito, e dê-lhes o melhor de si.

Recorra á igreja da qual faz parte do paciente sempre que necessário. Nunca se coloque na posição de conselheiro espiritual, mas esteja ciente de sua obrigação, em providenciar este tipo de apoio sempre que necessário. Comunique ao supervisor quando o paciente exigir um apoio religioso especial.

Não comente sua vida nem seus problemas pessoais ou familiares com seus doentes a não ser em termos gerais.

Falar alto e fazer muito barulho é um comportamento impróprio que incomoda ao paciente e a seus familiares. Ande não corra, mesmo em situações de emergência.

Ter boas maneiras é uma obrigação. Os visitantes são convidados dentro do hospital. Se você os tratar com respeito e cortesia, eles confiarão mais em você e no hospital.

Gratificações, como dinheiro, presentes e gorjetas por parte dos pacientes, devem ser recusadas.

Não faça refeições no quarto do enfermo nem no local onde é preparada sua comida. Não é permitido comer restos deixados pelo doente e nem servir-se da comida que lhe é destinada.

Use com moderação o material fornecido pelo hospital. Tenha cuidado com os equipamentos. Levar para casa objetos de propriedades do hospital, como termômetros, canetas e loção para as mãos é roubo.

Durante a carreira de enfermagem você encontrará certos tipos especiais de pacientes, como viciados em drogas, alcoólicos, criminosos, suicidas e pervertidos sexuais. Não deixe que sua simpatia e antipaia pessoal interfiram no atendimento a essa espécie de doente. Não permita, tampouco, que a condição social ou econômica do paciente modifique a qualidade do atendimento que você dispensa.

Tirar medicamentos da reserva do hospital ou do paciente é roubo. Não se aproveite da presença do médico para lhe pedir que prescreva medicação para você ou seus familiares.

Nunca faça diagnóstico nem medicação para os pacientes, para seus familiares e amigos, porque isso constitui exercício ilegal da Medicina.

Não deixe que se estabeleçam laços pessoais entre você e seu paciente.

Delicadamente desencoraje-o quando ele fizer tentativas neste sentido.

Você poderá ser despedido(a) se for encontrado(a) sobre efeito de álcool ou de outras drogas, o fato deverá ser levado imediatamente ao conhecimento do seu supervisor.

Permaneça no seu setor de trabalho, só saindo quando lhe for permitido, como nos intervalos para almoço e descanso.

Responda logo a qualquer chamado do paciente. Atenda a suas solicitações, sempre que possível. Quando estiver em dúvida ou não for capaz de faze-lo, chame o supervisor.

Normalmente é a enfermeira chefe quem atende ás chamadas telefônicas. Caso você tenha de faze-lo seja educado(a) e cortês. Encaminhe qualquer chamada telefônica á autoridade competente. As ordens médicas dadas por telefone só devem ser recebidas pela enfermeira chefe. O telefone da enfermeira só deve ser usado para chamadas internas do hospital e nunca para chamadas pessoais.

Os tópicos acima citados deverão fazer parte do dia-a-dia e num processo de Reflexão.


Ser etico é o pilar que controi um bom profissional

aula de etica clique no link abaixo


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Aula de assistência clinica


Aula de assistência clinica em enfermagem

para acessar clique no link abaixo

clicar_aqui

valeu

Drenagem toracia, ostomias e traqueostomias


aula de drenagem toracica, ostomias e traqueostomias, um pequeno resumo deste conteudo tão vasto
acesse olink abaixo:

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aproveitem !!!!

provas de concursos para tecnico de enfermagem


VAMOS PRATICAR

ESSE LINK é 10, SÃO 10 PROVAS DE TECNICO DE EM ENFERMAGEM PARA PRATICAR ...

um dos passos para conquistar uma vaga em um concurso publico é sem duvidas resolver questoes muitas e muitas questões.....

então estou colocando abaixo vários links de provas de concurso para técnicos de enfermagem.... para baixar é só clicar nos links abaixo.

prova 1
clicar_aqui

prova 2
clicar_aqui

prova 3
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prova 4
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prova 5
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prova 6
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prova 7
clicar_aqui

prova 8
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prova 9
clicar_aqui

prova 10
clicar_aqui


qualquer duvida me procurem.....

Sistema unico de saude


aqui estão link sobre SUS.
ATENÇÃO: sus não é um conteúdo que se estuda apenas quando sai o edital é importante saber bem o conteúdo de sus , estuda essas leis é preciso pois fazem parte da maioria dos concurso....

bom estudo

1º link apostila com resumo geral de SUS
clicar_aqui

2ª link aula de sus , lei 8080/90
clicar_aqui

3º link -aula de sus -- introdução ao SUS, resumo geral
clicar_aqui

aproveitem

e


bom estudo

saude mental e administração


resumo sobre saúde mental e administração em enfermagem, esse é o resumo do resumo, tá? para maiores informações façam comentarios disponibilizando seu email que eu envio um material maior e mais completo

para baixar é so clicar no link abaixo

clicar_aqui

super revisão rapida


oi essa é uma revisão que estou disponibilizando, tentem resolver as questões marquem o tempo como se fosse uma prova.... bom estudo

para baixar é so clicar no link abaixo

clicaraqui

ou copiar e colar o link em seu navegador

http://www.4shared.com/file/209141426/35b7b02e/REVISO_CONCURSO_SESAPI.html

vamos lá praticar

Questões Assistência Clinica


oi, aqui tem algumas questões de assistências clínica cobradas em concursos públicos e selecções para hospitais particulares, espero ter ajudado se precisar e so me procurar ........ deixem comentários

para o download é so copiar e colar o link abaixo em seu navegador

http://www.4shared.com/file/209139363/536a63df/questes_clinica_medica.html

apostila de assistencia clinica



apostila de resumo de assitencia clinica em enfermagem, , esse apostila tem um resumo rápido das principais patologias cobradas nos concurso....




para acessar copie e cole o link abaixo em seu navegador.

http://www.4shared.com/file/209139187/c9005e26/ASSISTNCIA_CLINICA.html

obrigada


Prova do Concurso de Piripiri 2009 Cargo: Enfermeiro

11. A Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, reunida em Alma Ata em 1978, expressou a necessidade de ação de todos os governos e de todos que trabalham nos campos da saúde e do desenvolvimento, a fim de promover a saúde de todos os povos do mundo. Os Cuidados Primários de Saúde baseiam-se em:
(A) Liberação de recursos financeiros e acompanhamento da execução das ações preventivas de saúde.
(B) Prestação de contas, como pré-requisito para concessão de auxílio aos países pobres.
(C) Instruções das entidades internacionais e publicações científicas.
(D) Métodos e tecnologias práticas, cientificamente bem fundamentados e socialmente aceitáveis, colocando-os ao alcance universal da sociedade, mediante sua plena participação.
(E) Ações referentes a projetos e obras financiadas com recursos da união e dos países no campo da medicina curativa.

12. O Sistema Único de Saúde (SUS), fruto do movimento social que desaguou no movimento Sanitário Brasileiro, decisivo na construção do arcabouço jurídico-legal, tem a saúde como direito de cidadania e dever do Estado, o qual é garantido por meio
(A) da Constituição Federal de 1988 e das diversas regulamentações pós-constituição.
(B) da Assembleia Nacional Constituinte e da Sociedade Civil Organizada.
(C) da Sociedade, da democracia participativa, bem como da gestão em saúde.
(D) da Emenda Constitucional nº 29, que garante os recursos mínimos à saúde.
(E) da Lei Orgânica da Saúde, da Previdência Social e das Normas Operacionais Básicas.

13. A saúde está presente em todos os momentos da vida, nos quais somos capazes de pensar, sentir e assumir nossos atos e decisões. É um estado de bem-estar físico, social e mental e não simplesmente a ausência de enfermidades, como diz a Organização Mundial de Saúde. Este conceito de saúde requer, no entanto
(A) ações exclusivamente individuais no campo da saúde e cultura.
(B) reflexões sobre o processo da saúde e da doença nos aspectos curativos.
(C) proposições de políticas públicas eficientes, baseadas em pesquisas fincadas na realidade, para combater as desigualdades sociais e econômicas.
(D) ações exclusivamente coletivas que requeiram tempo para sua efetividade.
(E) qualificações de profissionais em nível médio e superior, para atuarem criticamente na área da saúde.

14. As decisões da política de alocação de recursos e critérios de gastos na saúde devem ser transparentes e passíveis de controle pela população, além disso, devem possibilitar a revisão do acesso igualitário aos serviços de qualidade em todos os níveis do sistema. A essas ações dá-se o nome de Controle Social. A participação da sociedade é garantida por meio de:
(A) Planejamento estratégico e Comissões Intergestoras Bipartites.
(B) Conselhos de Desenvolvimento Social e Conferências de Saúde, respaldados pela Lei 8.142/90.
(C) Ministério Público Federal e Conselho de Saúde, respaldados pelas Leis 8.142/90 e 8.080/90, respectivamente.
(D) Ministério Público e Assembléia Legislativa.
(E) Conselhos e Conferências de Saúde, respaldados pela Lei 8.142/90.

15. Processo técnico e político de decisões compartilhadas e consensuadas sobre as ações necessárias ao desenvolvimento territorial que assegura o envolvimento efetivo das representações territoriais na apreensão da realidade e na definição de prioridades. O texto acima descrito é referente:
(A) ao Conceito de Território.
(B) ao Planejamento Participativo.
(C) à Atenção Básica de Saúde.
(D) à Programação Pactuada Integrada.
(E) à Promoção da Saúde.

16. Os Territórios de Desenvolvimento Sustentável do Piauí constituem unidades de planejamento da ação governamental, para a promoção e desenvolvimento do Estado, para a melhoria da qualidade de vida da população através da democratização das ações governamentais e da regionalização do orçamento. Como se apresenta a divisão dos Territórios de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Piauí?
(A) 11 territórios e 28 aglomerados.
(B) 11 territórios e 26 aglomerados.
(C) 10 territórios e 28 aglomerados.
(D) 10 territórios e 26 aglomerados.
(E) 28 territórios e 10 aglomerados.

17. Um dos objetivos da Política Nacional de Educação Permanente para o Controle Social no Sistema Único de Saúde (SUS) é fortalecer os Conselheiros de Saúde como sujeitos sociais que participam da formulação e deliberação da política de saúde como representantes da sociedade civil organizada. Essa política tem como eixos estruturantes:
(A) Planejamento normativo; participação social; controle social; financiamento da participação e comunicação.
(B) Participação social; intersetorialidade; informação e comunicação em saúde; legislação do Sistema Único de Saúde (SUS); financiamento da participação e do controle social.
(C) Financiamento da participação e do controle social; informação e comunicação social; legislação do Sistema Único de Saúde (SUS); participação social e pacto de gestão.
(D) Intersetorialidade; comunicação; informação e informática; participação social; financiamento setorial e o planejamento setorial.
(E) Informação e comunicação em saúde; intersetorialidade; planejamento estratégico situacional; educação e intersetorialidade.

18. Atenção Básica se caracteriza por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, por meio da promoção de saúde, da prevenção de agravos e da recuperação da saúde. O financiamento da Atenção Básica é operacionalizado pelo
(A) Piso de Atenção Básica (PAB) fixo e indeterminado.
(B) Programa de financiamento suplementar do PAB fixo.
(C) Piso de Atenção Básica (PAB) suplementar e variável.
(D) Piso de Atenção Básica (PAB) fixo e o Piso de Atenção Básica (PAB) variável.
(E) Programa de financiamento supletivo do PAB variável e PAB fixo.

19. Mudanças significativas para a execução do Sistema Único de Saúde (SUS), como a substituição do processo de habilitação pela adesão solitária aos termos de compromisso de gestão, pela regionalização solidária e pelo processo de descentralização, apresentam impacto sobre a situação de saúde da população, assegurado no Pacto pela Saúde por meio do:
(A) Pacto pela vida.
(B) Pacto pela defesa do SUS.
(C) Pacto pela solidariedade do SUS.
(D) Pacto pela saúde do trabalhador.
(E) Pacto de gestão.

20. A extensão de cobertura, cada vez maior, alcançada pela estratégia Saúde da Família (eSF), transforma-a em um recurso fundamental para o desenvolvimento da atenção básica em todo país, sendo seu impacto, nos indicadores de saúde, visivelmente marcante. A eSF visa a:
(A) Servir de guia de orientação para as práticas curativas e reabilitadoras.
(B) Reorientar as práticas de saúde pelo estímulo a ações de promoção da saúde e prevenção de agravos, reconhecendo os territórios sociais onde se produzem as doenças.
(C) Contribuir para o controle ou erradicação das doenças infecto-contagiosas e imunopreviníveis.
(D) Qualificar o pronto-atendimento às necessidades de saúde da população em sua área de abrangência, através do processo de trabalho das equipes.
(E) Garantir a sustentabilidade ambiental com ênfase nos determinantes sociais da saúde.

Gabarito
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
D A C E B A B D E B

prova de sus prefeitura de Piripriri


Prefeitura de Piripiri 2009 para Auxiliar de Enfermagem

11. A importância da estratégia Saúde da Família (eSF) representa um momento relevante na consolidação das políticas públicas de saúde e um significativo passo rumo à revolução silenciosa, eficaz e transformadora empreendida pelo:
(A) Congresso Nacional.
(B) Planejamento da Saúde.
(C) Sistema Único de Saúde – SUS.
(D) Controle Social e Saúde.
(E) Atendimento de Urgência e Emergência.

12. O Brasil vive, atualmente, grandes mudanças nas formas de adoecimento e morte, com queda
acentuada da mortalidade por doenças transmissíveis. São exemplos de doenças não
transmissíveis:
(A) Dengue, malária, febre amarela.
(B) Diabetes mellitus, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares.
(C) Hipertensão, malária e verminoses.
(D) Diabetes mellitus, dengue e dermatites.
(E) Hanseníase, tuberculose e doenças cardiovasculares.

13. Desde 1999, o percentual de municípios que alcançaram a meta da Campanha de Vacinação tem crescido, ano após ano. Após nove anos de mobilizações nacionais em campanhas de vacinação para idosos, cerca de 90 milhões de doses da vacina foram aplicadas a esse grupo de pessoas. Essa vacina chama-se:
(A) Vacina contra resfriado e tosse.
(B) Vacina contra inflamação das vias respiratórias.
(C) Vacina contra dermatite
(D) Vacina contra influenza.
(E) Vacina contra tuberculose.

14. As ações de Atenção Básica, como as demais ações do Sistema Único de Saúde (SUS), devem ser financiadas com recursos da União, Estado, Distrito Federal e Municípios. Compete à gestão municipal administrar o Fundo Municipal de Saúde, cabendo ao Conselho Municipal de Saúde:
(A) Verificar existência e o pleno funcionamento desse fundo.
(B) Organizar o Fundo Municipal de Saúde.
(C) Administrar os recursos do Fundo Municipal de Saúde.
(D) Fazer a prestação de contas do recurso utilizado.
(E) Regulamentar o uso dos recursos financeiros do município.

15. A saúde é conceituada como o completo estado de bem-estar físico, mental e social e não apenas como a ausência de doenças. Tal conceito foi instituído pelo(a):
(A) Organização Panamericana de Saúde.
(B) Ministério da Saúde.
(C) Organização Mundial de Saúde.
(D) Política Nacional de Atenção à Saúde.
(E) Organização das Nações Unidas.

16. Para a viabilização de ações de Atenção Primária de Saúde, é necessário recurso financeiro especificamente ao bloco Atenção Básica. Esse recurso financeiro chama-se:
(A) Teto de Atenção Básica – TAB.
(B) Recurso Auxiliar para Atenção Primária.
(C) Recursos de Atenção Básica – RAB.
(D) Programa de Atenção Básica – PAB.
(E) Piso de Atenção Básica – PAB.

17. O processo de capacitação das equipes da estratégia Saúde da Família (eSF), baseado na Política de Educação Permanente em Saúde, deve iniciar-se concomitantemente ao início do trabalho dessas equipes por meio do(s):
(A) Curso Introdutório para toda a equipe.
(B) Treinamento em ser viço para toda a equipe.
(C) Conteúdos mínimos para dar início às atividades das equipes.
(D) Curso Introdutório para médicos e enfermeiros apenas.
(E) Curso Introdutório para médicos.

18. O direito à participação nas políticas e práticas de saúde é um dos princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS), conquistado na Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei Federal 8.142/1990. Tal direito, chamado de Controle Social, é efetivado por intermédio de:
(A) Espaços Paritários e de Poder.
(B) Gestão Estratégica e Participativa.
(C) Conselhos e Conferências de Saúde.
(D) Sociedade Civil Organizada e Participativa
(E) Conselhos de Saúde e Comitês de Gestão Participativa.

19. A tuberculose é uma doença infecciosa e contagiosa, causada por um microorganismo, denominado de bacilo de Koch (BK), que se propaga através do ar, por meio de gotículas contendo os bacilos expelidos por um doente com tuberculose (TB) pulmonar. Dentre as várias estratégias para atender o Plano Nacional de Controle da Tuberculose a todos os municípios brasileiros, estão:
(A) Expansão da Unidade de Saúde.
(B) Expansão e consolidação dos Programas de Agentes Comunitários.
(C) Consolidação da Política de Combate ao Bacilo de Koch (BK).
(D) Expansão e Consolidação dos Programas de Agentes Comunitários de Saúde e da Estratégia Saúde da Família.
(E) Expansão e Consolidação apenas da Estratégia Saúde da Família.

20. A Hanseníase permanece como questão relevante do ponto de vista da Saúde Pública. Apesar dos avanços do Sistema Único de Saúde (SUS), a doença continua a produzir mais de 40 mil casos novos/ano no Brasil e mantém importante endemicidade. A Hanseníase manifesta-se por meio de:
(A) incapacidade física e neurológica, dor.
(B) febre, dor na garganta e tosse.
(C) nódulos, dores nas articulações e febre.
(D) manchas brancas na pele com grande sensibilidade a dor.
(E) lesões de pele que se apresentam com diminuição ou ausência de sensibilidade.

Gabarito
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
C B D A C E A C D E

resumo sobre sistema unico de saude




LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990

Antes de comentar os princípios do Sistema Único de Saúde, cito o artigo segundo da lei 8.080, onde consta a regulamentação das obrigações do Estado em relação à saúde da população. Sobretudo porque financiamos este Sistema (SUS) através dos impostos arrecadados diretamente pelo Estado.
(...) DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 2º A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
Para prover as condições à saúde da população, o Estado deve oferecer condições que assegurem “acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. É neste ponto que passo a considerar o Sistema Único de Saúde (SUS).
§ 1º O dever do Estado de garantir a saúde consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a sua promoção, proteção e recuperação.
A seguir os comentários sobre os Princípios e Diretrizes do SUS, conforme Art. 7 da lei 8.080 de 1990.
Princípios e Diretrizes

Art. 7º As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes princípios:

I - universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência;
Comentário: Entendo que o acesso universal já é auto-explicativo, ou seja, todos têm o direito de utilizar o Sistema de saúde. E em todos os níveis: preventivos e curativos; individuais e coletivos; de baixa, media e alta complexidades.


II - integralidade de assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema;
Comentário: A integralidade de assistência, como o próprio título sugere, deveria ser um conjunto de ações relacionadas entre si. Ou seja, assim que o paciente procurasse a rede do SUS para atendimento, todas as ações necessárias ao tratamento seriam oferecidas.

III - preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral;
Comentário: Entendo a preservação da autonomia como sendo um tratamento único a cada pessoa. Protegendo e tratando o paciente de forma transparente em relação às informações referentes à sua saúde.

IV - igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie;
Comentário: Todos devem ter o mesmo tratamento na rede publica de atendimento à saúde independente da cor, raça, religião, posição social, situação econômica financeira etc.

V - direito à informação, às pessoas assistidas, sobre sua saúde;
Comentário: O maior interessado em sua saúde é o próprio paciente, por isso ele tem direito a todas as informações, inclusive o de requerer os resultados de exames e testes realizados no seu diagnóstico.

VI - divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e a sua utilização pelo usuário;
Comentário: Entendo que a divulgação das informações quanto ao potencial dos serviços de saúde, se refere ao oferecimento de opções para o paciente ao escolher o estabelecimento de saúde para tratamento. Principalmente quando a rede SUS não cobrir este tratamento.

VII - utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a orientação programática;
Comentário: Entendo que a coletividade tem prioridades, em se tratando de epidemias, por exemplo. Neste caso, os estudos epidemiológicos podem ser úteis no planejamento de ações prioritárias (alocação de recursos e a orientação programática).

VIII - participação da comunidade;
Comentário: A lei 8.142 estabelece a participação da comunidade nas questões da saúde, através dos conselhos de saúde e das conferências de saúde. Considero a representação da comunidade na gestão do SUS muito importante, porque é a participação do usuário final. Sobretudo para deixar o processo mais transparente, democrático e funcional.

IX - descentralização político-administrativa, com direção única em cada esfera de governo:
a) ênfase na descentralização dos serviços para os municípios;
b) regionalização e hierarquização da rede de serviços de saúde;
Comentário: Entendo que a descentralização fortalece a rede de atendimento do SUS, uma vez que oferece certa autonomia para as entidades governamentais, principalmente para os municípios (Ex.: Consórcios intermunicipais).
A hierarquização deveria ocorrer de forma sistêmica, no entanto existem muitas dificuldades no atendimento a pacientes que dependem de tratamentos complexos. Principalmente porque existe a hierarquização, mas falta a logística de atendimento.

X - integração em nível executivo das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico;
Comentário: Considero fundamental a integração destas ações, para garantir as condições básicas necessárias à saúde da população. De nada adiantaria oferecer ações de saúde (tratamento, internação, exames etc.) se os agentes causadores das doenças não fossem tratados. (estrutura e condições de higiene à comunidade)

XI - conjugação dos recursos financeiros, tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na prestação de serviços de assistência à saúde da população;
Comentário: Para prover as ações de saúde o Estado deve manter uma estrutura com todos os recursos necessários à prestação de serviços do SUS. Esta estrutura envolve e depende de recursos financeiros, tecnológicos, materiais e humanos de todas as esferas de governos.

XII - capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência; e
Comentário: Entendo que os processos e atividades de atendimento realizados em toda a rede do SUS devem ser padronizados, oferecendo um serviço final de qualidade.
XIII - organização dos serviços públicos de modo a evitar duplicidade de meios para fins idênticos
Comentário: O SUS é um sistema único, com a finalidade de prover ações de saúde à comunidade, estas ações são definidas entre os órgãos públicos de modo a melhorar o atendimento e direcionar o paciente a sua real necessidade.
Para nós, usuários deste Sistema (SUS), fica a seguinte questão: Todos estes princípios estão efetivamente implantados, com ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde da população?

questões concursos diabetes e hipertensão


01 Em pacientes portadores de diabetes melito tipo I, a ocorrência de glicemia relati-vamente normal até as três horas da manhã, com posterior elevação do nível, é conhecida como:
A. Efeito Somogy
B. Fenômeno do amanhecer
C. Hiperglicemia de rebote
D. Período de lua-de-mel
E. Hiperglicemia prolongada
02 Considerando os fatores que interferem na pressão arterial, é correto afirmar que:
A. Indivíduos obesos tendem a ser hipotensos
B. O avanço da idade está ligado ao aumen¬to da pressão arterial
C. A angústia e o frio diminuem a pressão
D. Antes da menopausa, as mulheres apre-sentam pressão maior do que os homens de idade similar
E. As crianças são mais propícias ao desen-volvimento da hipertensão arterial
03 O rodízio sistemático dos locais de apli-cação de injeções de insulina evita:
A. Potencialização do medicamento pela di-minuição da resistência tecidual
B. Diminuição do tônus muscular na área de aplicação
C. Alteração localizada do tecido adiposo, que impedirá a absorção do medicamento
D. Aumento da percepção sensorial doloro¬sa, no ato de aplicação
04. O diabetes gestacional pode ocorrer mesmo sem haver antecedentes familiares da doença. O cuidado nutricional adequado da gestante contribui para a redução do risco de ocorrência, no recém-nascido, de:
A. Macrocefalia
B. Hipoglicemia
C. Hiperglicemia
D. Hipocalemia
E. Macrossomia
05 Hiperinsulinismo é resultante da hiper-produção de insulina pelas ilhotas pancreáti-cas. Dentre os sintomas encontrados estão:
A. Anorexia e sudorese
B. Febre e sudorese
C. Cefaléia e febre
D. Inconsciência e convulsão
E. Hiperglicemia e cefaléia
06 A neuropatia constitui uma das compli-cações comuns do diabetes melito, aumen-tando sua prevalência com a idade avançada e com uma maior duração da doença. São manifestações clínicas do sistema nervoso autônomo e periférico, respectivamente:
A. Impotência sexual e ejaculação retrógra¬da
B. Alterações pupilares e paralisia vesical
C. Perda da sensibilidade nos artelhos e su-dorese noturna
D. Hipotensão ortostática e câimbra em mem-bros inferiores
E. Retinopatia diabética e lipodistrofia Insulínica
07 Um grande número de amputações das extremidades inferiores ocorre, anualmente, em pessoas diabéticas. Dentre os fatores de risco para o desenvolvimento do "pé-diabéti-co" estão:
A. Alcoolismo e diabetes melito com mais de 5 anos de duração
B. Diabetes melito com mais de 10 anos de duração e tabagismo
c. Presença de ulcerações prévias e história familiar compatível
D. Idade superior a 30 anos e uso de antia-gregantes plaquetários
E. Nenhuma das alternativas anteriores
08 Um indivíduo portador de diabetes me¬lito está sujeito a desenvolver algumas com-plicações em conseqüência da elevação de sua taxa de glicose no sangue, podendo essas complicações ser o resultado de um mau tra¬tamento e/ou do desconhecimento da doen¬ça. O item que indica as principais formas de complicações diabéticas crônicas são:
A. Retinopatia, nefropatia, aceleração do processo de arteriosclerose e neuropatia
B. Neuropatia, poliúria, alopecia e cefaléia
C. Emagrecimento acentuado, polifagia, po-lidipsia e poliúria
D. Fadiga, cefaléia, visão turva e retinopatia
E. Disúria, retinopatia, polifagia e cetoacidose
09 Enferma, 60 anos, procurou pronto-atendimento informando ser portadora de diabetes melito tipo 1. Ao exame, encontra¬se sudoréica, taquicárdica, fala arrastada e sonolenta. A ação imediata neste caso é:
A. Aplicar insulina regular conforme dose habitual
B. Oferecer solução saturada de açúcar por via oral
C. Administrar glicose hipertônica por via in-travenosa
D. Coletar sangue periférico para glicemia
E. Nenhuma das alternativas anteriores
10 Paciente dependente de insulina, de alta hospitalar, com prescrição médica de 10 uni-dades de insulina NPH por via subcutânea, deverá ser orientado a fazer aplicação do se-guinte modo:
A. Pela manhã, em jejum
B. Após as refeições
C. Antes das refeições
D. À noite, antes de dormir
E. Nenhuma das alternativas anteriores
11 São fatores de risco para o diabetes me¬lito tipo 2:
A. Idade. sexo, grupo étnico, obesidade
B. Gravidez, idade, fumo
C. Exercícios físicos, grupo étnico, obesida¬de
D. Fatores nutricionais, sexo, hipotensão
E. Nenhuma das alternativas anteriores
12 São cuidados básicos na administração da insulina administrá-la por via:
A. Oral, antes das refeições
B. Subcutânea, realizando rodízio nos locais de aplicação
C. Subcutânea e sempre no mesmo local de aplicação
D. Oral, depois das refeições
E. Intravenosa
13 A questão circulatória é importante nos cuidados em pacientes portadores de diabetes. É preciso sempre verificar:
a) Somente o pulso.
b) Pulso, aparência da pele e textura.
c) Somente a aparência da pele.
d) Somente histórico de insensibilidade cutânea.
e)Somente histórico de diabetes
14. A Hipertensão Arterial é uma doença crônica não transmissível, que atinge um grande número de pessoas. Com relação a essa patologia, marque a alternativa correta.
a) As drogas anti-hipertensivas causam efeitos colaterais, como tontura, que aumentam, quando o paciente fica deitado por várias horas.
b) Na hipertensão maligna, o paciente vai a óbito em poucos dias, pois nenhum tratamento consegue reverter esse quadro.
c) Todo paciente hipertenso, quando toma seus medicamentos de forma correta, em alguns meses fica curado dessa patologia.
d) O paciente hipertenso deve adquirir hábitos e costumes saudáveis relativos à alimentação e atividades físicas.
e) Pacientes com esta patologia não devem tomar nenhum tipo de medicamento, mesmo prescrito pelo médico.
15. A Hipertensão Arterial é uma doença crônica não transmissível, que atinge um grande número de pessoas. Com relação a essa patologia, marque a alternativa correta.
A) As drogas anti-hipertensivas causam efeitos colaterais, como tontura, que aumentam, quando o paciente fica deitado por várias horas.
B) Na hipertensão maligna, o paciente vai a óbito em poucos dias, pois nenhum tratamento consegue reverter esse quadro.
C) Todo paciente hipertenso, quando toma seus medicamentos de forma correta, em alguns meses, fica curado dessa patologia.
D) O paciente hipertenso deve adquirir hábitos e costumes saudáveis relativos à alimentação e atividades físicas.
E) O paciente com hipertensão convergente tem a pressão sistólica e diastólica bastante distanciadas.
16. O controle da diabetes e hipertensão beneficia-se da orientação aos adultos para que:
(A) mantenham a dieta rica em fibras e vitaminas e pobre em carboidratos e proteínas, fracionada em três refeições.
(B) realizem exercícios físicos moderados regularmente, três vezes por semana, e caminhadas na ausência dessa possibilidade.)
(C) se abstenham do consumo de álcool e o substituam por bebidas isotônicas gaseificadas ou refrigerantes.
(D) pratiquem meditação e freqüentem regularmente o culto religioso de sua preferência.
(E) durmam de 8 a 10 horas por dia e ainda façam repouso após o almoço por, pelo menos, 60 minutos.
17- Um adulto com diabetes mellitus tipo I chegou ao ambulatório de assistência à saúde do trabalhador apresentando irritabilidade, confusão, pele fria e úmida e freqüência cardíaca de 114 bat/min. Nesse caso, a ação imediata do Técnico de Enfermagem consiste em:
A) aplicar a dose usual de insulina prescrita.
B) colher sangue para verificar o nível de glicose.
C) colher urina para verificar o nível de glicose.
D) dar ao paciente meio copo de suco de fruta ou refrigerante, como fonte de glicose.
18. Considerando-se o “pé diabético”, é INCORRETO afirmar que:
A) a estimativa é a de que 10% a 25% dos diabéticos desenvolverão lesões nos membros inferiores, em algum momento de suas vidas.
B) as lesões do pé podem evoluir para ulcerações, no entanto não levam à amputação de membro inferior.
C) essa complicação crônica do diabetes mellitus é multiplicante, recorrente e onerosa para o indivíduo e o sistema de saúde.
D) o acompanhamento do paciente pela Enfermagem na observação do surgimento das ulcerações e na evolução do tratamento é importante.
19. Sobre o Diabetes Mellitus, é correto afirmar que:
A) é uma doença metabólica que ocorre no sistema endócrino decorrente do funcionamento deficiente do pâncreas, da supra-adrenal e da tireóide.
B) o tratamento medicamentoso com hiperglicemiante oral e insulina objetiva a cura da doença.
C) os exercícios indicados durante o tratamento devem ser realizados de acordo com a idade, o sexo e a atividade diária.
D) a insulinoterapia promove ação hiperglicemiante que acelera o metabolismo dos hidratos de carbono, proteínas e gorduras, e ganho de peso corporal.
E) o tipo 2 adulto é insulino dependente
20 Sobre a Hipertensão arterial, que é um grave problema de Saúde Pública, é correto afirmar que:
A) ocorre elevação da pressão sistólica, apenas.
B) ocorre elevação da pressão diastólica, apenas.
C) na fase pré-hipertensiva a pressão está acima de 210mmHg na sístole e acima de 120mmHg na diástole.
D) na fase moderadamente grave a pressão na sístole está acima de 200mmHg, mas a diástole decresce para valores abaixo de 90mHg, sem outros sintomas; por isso é uma doença traiçoeira.
E) na fase maligna pode ocorrer elevação muito rápida da pressão arterial, com danos graves a órgãos vitais.
21 Tipo de diabetes identificadas pela idade ≥ 40 anos, história de diabetes familiar, obesidade tipo andróide (região abdominal), história de doenças como hipertensão arterial e dislipidemia.
a) diabetes tipo I
b) diabetes tipo II
c) diabetes gestacional
d) diabetes insulino - dependente
22. O rodízio sistemático dos locais de aplicação de injeções de insulina evita:
a) Potencialização do medicamento pela diminuição da resistência tecidual.
b) Diminuição do tônus muscular na área de aplicação.
c) Alteração localizada do tecido adiposo, que impedirá a absorção do medicamento.
d) Aumento da percepção sensorial dolorosa, no ato de aplicação.
e) Nenhuma das alternativas anteriores.
23 Durante as palestras para os pacientes matriculados no programa de diabetes, a enfermeira vem enfatizando as complicações decorrentes dessa enfermidade, como a cegueira, a qual pode ser devida a:
a) Uveíte
b) Glaucoma
c) Prebiopia
d) Cetoacidose
e) Retinopatia diabética
24 Um individuo portador de diabetes melito está sujeito a desenvolver algumas complicações em conseqüência da elevação de sua taxa de glicose no sangue, podendo essas complicações ser o resultado de um mau tratamento e/ou do desconhecimento da doença. O item que indica as principais formas de complicações diabéticas crônicas são:
aRetinoplastia, nefropatia, aceleração do processo de arteriosclerose e neuropatia.
b) Neuropatia, poliúria, alopecia e cefaléia
c) Emagrecimento acentuado, polifagia, polidipsia
d) Fadiga, cefaléia, visão turva e retinopatia
e) Disúria, retinopatia, polifagia e cetoacidose





Questões da CESPE. Das assertivas abaixo marque V para verdadeiras e F para Falsas.

25 Sobre a hipertensão Arterial julge os itens abaixo.
a) ( ) O diagnóstico é feito através da medida da pressão arterial, uma única vez, de forma isolada.
b) ( ) O diagnóstico é feito através da medida da pressão arterial com o paciente de pé, quando da suspeita de hipertensão arterial.
c) ( ) As medidas devem ser obtidas em um dos braços, com a pessoa sentada e deitada.
d) ( ) O diagnóstico é feito através de medida da pressão arterial, porem uma medida isolada não é suficiente, sendo recomendado duas ou mais medidas em momentos diferentes, em ambos os braços.
e) ( ) A hipertensão sistêmica ou primária caracteriza-se por haver uma causa conhecida da doença.
f) ( ) A hipertensão secundária cara- cteriza-se por não haver uma causa conhecida da doença.
g) ( ) A hipertensão sistêmica ou primária caracteriza-se por não haver uma causa conhecida da doença, já na hipertensão secundária existe uma causa conhecida.
h) ( ) O tratamento da hipertensão arterial está centrada na mudança de estilo de vida, associadas ou não ao uso de medicamentose) ( i) São fatores de risco modificáveis para a hipertensão arterial: estresse, glicose e colesterol altos, sedentarismo, obesidade, consumo excessivo de sal, álcool, fumo e drogas.

26 São cuidados referentes à administração de insulina:
a) ( ) utilizar seringa descartável e apropriada para administrar insulina.
b) ( ) Agitar o frasco para homogeneizar a substância.
c) ( ) Conservar em temperatura entre 2º e 8ºC.
d) ( ) fazer rodízio das áreas de aplicações.
e) ( ) Massagear o local da aplicação.

27 Quanto o diabetes mellitos, julgue os itens abaixo
a) ( ) São causas de choque hipoglicêmico: diminuição ou omissão da dose de insulina, ingestão excessiva de alimentos proibidos, doenças, infecções estresse emocional.
b) ( ) São causas de reação hiperglicêmica (como diabético): superdosagem de insulina, falta de alimentação, exercício físico em excesso, diarréia e vômitos.
c) ( ) São manifestações clínicas de hipoglicemia: palidez, sonolência, tremores, cefaléia, sudorese, confusão mental, convulsões.
d) ( ) São manifestações clínicas de hiperglicemaia: hálito cetônico, cetonúria, poliúria, polidipsia, torpor e coma.

28. Acerca de diabetes, julgue os itens subseqüentes.
__ É uma doença associada à deficiência de produção de insulina pelo pâncreas, resultando em concentração excessiva de glicose no sangue.
__ Os primeiros sintomas de diabetes melito tipo I são polidipsia, poliúria e ganho de peso.
__ O glicosúria fornece um parâmetro preciso do teor de glicose no sangue.
29 A insulina é essencial para a célula, mas não para o metabolismo correto de proteínas e lipídeos.

Julgue os itens a seguir, relativos aos conhecimentos da enfermagem no diabetes melito.
__O diabetes melito é um distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia e decorre da produção, secreção ou utilização deficientes de insulina, podendo ser provocado por fatores genéticos e(ou) ambientais.
__No quadro clínico de pacientes com diabetes melito insulino dependente, observam-se sintomas clássicos de polifagia, polidpsia, poliúria e perda de peso, que requerem insulina
para controlar o diabetes e prevenir a cetoacidose.
__Deve-se solicitar exame de urina, por fornecer um parâmetro preciso do nível de glicose no sangue, dado seguro no diagnóstico da patologia em questão.

30.Julgue os itens abaixo, relativos às características gerais do diabetes melito.
__A insulina é um hormônio que controla o nível de glicose no sangue, regulando a produção e o armazenamento da glicose.
__A deficiência de insulina beneficia o metabolismo de proteínas e gorduras, o que leva à perda de peso.
__A glicosúria ocorre quando a concentração de glicose no sangue é suficientemente alta.
__No diabetes gestacional, desenvolve-se a hiperglicemia durante a gestação devido à secreção de hormônio placentário.
__A insulina e o glucagon, ambos produzidos pelas células do pâncreas, mantêm um nível constante de glicose no sangue.

hipertensão arterial sistemica


HIPERTENSÃO ARTERIAL -
.
Pressão arterial é a força com a qual o coração bombeia o sangue através dos vasos. É determinada pelo volume de sangue que sai do coração e a resistência que ele encontra para circular no corpo.
Ela pode ser modificada pela variação do volume de sangue ou viscosidade (espessura) do sangue, da freqüência cardíaca (batimentos cardíacos por minuto) e da elasticidade dos vasos. Os estímulos hormonais e nervosos que regulam a resistência sangüínea sofrem a influência pessoal e ambiental.

O que é?
Hipertensão arterial é a pressão arterial acima de 140x90 mmHg (milímetros de mercúrio) em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos e confirmada em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas.

Dicas para concursos
Dica 01-- Elevações ocasionais da pressão podem ocorrer com exercícios físicos, nervosismo, preocupações, drogas, alimentos, fumo, álcool e café.

Dica 02-- Cuidados para medir a pressão arterial
Alguns cuidados devem ser tomados, quando se verifica a pressão arterial:

repouso de 15 minutos em ambiente calmo e agradável
a bexiga deve estar vazia (urinar antes)
após exercícios, álcool, café ou fumo aguardar 30 minutos para medir
o manguito do aparelho de pressão deve estar firme e bem ajustado ao braço e ter a largura de 40% da circunferência do braço,sendo que este deve ser mantido na altura do coração
não falar durante o procedimento
esperar 1 a 2 minutos entre as medidas
manguito especial para crianças e obesos devem ser usados
a posição sentada ou deitada é a recomendada na rotina das medidas
vale a medida de menor valor obtido

Níveis de pressão arterial
A pressão arterial é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassar a 130 e a diastólica (mínima) for inferior a 85 mmHg.

SISTÓLICA DIASTÓLICA Nível
< 130 < 85 Normal
130-139 85- 89 Normal limítrofe
140 -159 90 - 99 Hipertensão leve
160-179 100-109 Hipertensão moderada
> 179 > 109 Hipertensão grave
> 140 < 90 Hipertensão sistólica ou máxima

No Brasil 10 a 15% da população é hipertensa.

A hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica que, quando não tratada e controlada adequadamente, pode levar a complicações que podem atingir outros órgãos e sistemas.

No sistema nervoso central podem ocorrer infartos, hemorragia e encefalopatia hipertensiva.
No coração, pode ocorrer cardiopatia isquêmica (angina), insuficiência cardíaca, aumento do coração e, em alguns casos, morte súbita.
Nos pacientes com insuficiência renal crônica associada sempre ocorre nefroesclerose.
No sistema vascular, pode ocorrer entupimentos e obstruções das artérias carótidas, aneurisma de aorta e doença vascular periférica dos membros inferiores.
No sistema visual, há retinopatia que reduz muito a visão dos pacientes.

diabetes melitos


DIABETES MELLITUS ( DM )
Sinônimos: Diabetes, hiperglicemia
Nomes populares: Açúcar no sangue, aumento de açúcar
O que é ?
Doença provocada pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina, que leva a sintomas agudos e a complicações crônicas características.
O distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas e tem graves conseqüências tanto quando surge rapidamente como quando se instala lentamente.

Apresenta diversas formas clínicas, sendo classificado em:

Diabetes Mellitus tipo I:
Ocasionado pela destruição da célula beta do pâncreas, em geral por decorrência de doença auto-imune, levando a deficiência absoluta de insulina.
Diabetes Mellitus tipo II:
Provocado predominantemente por um estado de resistência à ação da insulina associado a uma relativa deficiência de sua secreção.
Outras formas de Diabetes Mellitus:
quadro associado a desordens genéticas, infecções, doenças pancreáticas, uso de medicamentos, drogas ou outras doenças endócrinas.
Diabetes Gestacional:
Circunstância na qual a doença é diagnosticada durante a gestação, em paciente sem aumento prévio da glicose.
O que se sente ?
Os sintomas do DM são decorrentes do aumento da glicemia e das complicações crônicas que se desenvolvem a longo prazo.

Os sintomas do aumento da glicemia são:

sede excessiva
aumento do volume da urina,
aumento do número de micções
surgimento do hábito de urinar à noite
fadiga, fraqueza, tonturas
visão borrada
aumento de apetite
perda de peso.
Estes sintomas tendem a se agravar progressivamente e podem levar a complicações severas que são a cetoacidose diabética (no DM tipo I) e o coma hiperosmolar (no DM tipo II).
Os sintomas das complicações envolvem queixas visuais, cardíacas, circulatórias, digestivas, renais, urinárias, neurológicas, dermatológicas e ortopédicas, entre outras.

Sintomas visuais:
O paciente com DM descompensado apresenta visão borrada e dificuldade de refração. diabética. A retinopatia diabética pode levar ao envolvimento importante da retina causando inclusive descolamento de retina, hemorragia vítrea e cegueira.
Sintomas cardíacos:
Pacientes diabéticos apresentam uma maior prevalência de hipertensão arterial, obesidade e alterações de gorduras.
Sintomas circulatórios:
Os mesmos fatores que se associam a outras complicações tornam mais freqüentes as alterações circulatórias que se manifestam por arteriosclerose de diversos vasos sangüíneos. São freqüentes as complicações que obstruem vasos importantes como as carótidas, a aorta, as artérias ilíacas, e diversas outras de extremidades. Essas alterações são particularmente importantes nos membros inferiores (pernas e pés), levando a um conjunto de alterações que compõem o "pé diabético". O "pé diabético" envolve, além das alterações circulatórias, os nervos periféricos (neuropatia periférica), infecções fúngicas e bacterianas e úlceras de pressão. Estas alterações podem levar a amputação de membros inferiores, com grave comprometimento da qualidade de vida.
Sintomas digestivos:
Pacientes diabéticos podem apresentar comprometimento da inervação do tubo digestivo, com diminuição de sua movimentação, principalmente em nível de estômago e intestino grosso. Estas alterações podem provocar sintomas de distensão abdominal e vômitos com resíduos alimentares e diarréia. A diarréia é caracteristicamente noturna, e ocorre sem dor abdominal significativa, freqüentemente associado com incapacidade para reter as fezes (incontinência fecal).
Sintomas renais:
O envolvimento dos rins no paciente diabético evolui lentamente e sem provocar sintomas. Os sintomas quando ocorrem em geral já significam uma perda de função renal significativa.
Sintomas urinários:
Pacientes diabéticos podem apresentar dificuldade para esvaziamento da bexiga em decorrência da perda de sua inervação (bexiga neurogênica). Essa alteração pode provocar perda de função renal e funcionar como fator de manutenção de infecção urinária. No homem, essa alteração pode se associar com dificuldades de ereção e impotência sexual, além de piorar sintomas relacionados com aumento de volume da próstata.
Sintomas neurológicos:
O envolvimento de nervos no paciente diabético pode provocar neurites agudas (paralisias agudas) nos nervos da face, dos olhos e das extremidades.. Os sinais mais característicos da presença de neuropatia são a perda de sensibilidade em bota e luva, o surgimento de deformidades como a perda do arco plantar e as "mãos em prece" e as queixas de formigamentos e alternância de resfriamento e calorões nos pés e pernas, principalmente à noite.
Sintomas dermatológicos:
Pacientes diabéticos apresentam uma sensibilidade maior para infecções fúngicas de pele (tinha corporis, intertrigo) e de unhas (onicomicose). Nas regiões afetadas por neuropatia, ocorrem formações de placas de pele engrossada denominadas hiperceratoses, que podem ser a manifestação inicial do mal perfurante plantar.
Sintomas ortopédicos:
A perda de sensibilidade nas extremidades leva a uma série de deformidades como os pés planos, os dedos em garra, e a degeneração das articulações dos tornozelos ou joelhos ("Junta de Charcot").
Como o médico faz o diagnóstico ?
O diagnóstico pode ser presumido em pacientes que apresentam os sintomas e sinais clássicos da doença..
O diagnóstico laboratorial do Diabetes Mellitus é estabelecido pela medida da glicemia no soro ou plasma, após um jejum de 8 a 12 horas.

Fatores de risco para o Diabetes Mellitus:

Idade maior ou igual a 45 anos
História Familiar de DM ( pais, filhos e irmãos)
Sedentarismo
HDL-c baixo ou triglicerídeos elevados
Hipertensão arterial
Doença coronariana
DM gestacional prévio
Filhos com peso maior do que 4 kg, abortos de repetição ou morte de filhos nos primeiros dias de vida
Uso de medicamentos que aumentam a glicose ( cortisonas, diuréticos tiazídicos e beta-bloqueadores)
Objetivos do Tratamento
Os objetivos do tratamento do DM são dirigidos para se obter uma glicemia normal tanto em jejum quanto no período pós-prandial, e controlar as alterações metabólicas associadas.
Tratamento
O tratamento do paciente com DM envolve sempre pelos menos 4 aspectos importantes:
Plano alimentar: É o ponto fundamental do tratamento de qualquer tipo de paciente diabético. O objetivo geral é o de auxiliar o indivíduo a fazer mudanças em seus hábitos alimentares, permitindo um controle metabólico adequado. Além disso, o tratamento nutricional deve contribuir para a normalização da glicemia, diminuir os fatores de risco cardiovascular, fornecer as calorias suficientes para manutenção de um peso saudável, prevenir as complicações agudas e crônicas e promover a saúde geral do paciente. Para atender esses objetivos a dieta deveria ser equilibrada como qualquer dieta de uma pessoa saudável normal, sendo individualizada de acordo com as particularidades de cada paciente incluindo idade, sexo, situação funcional, atividade física, doenças associadas e situação sócioeconômico-cultural.

Atividade física: Todos os pacientes devem ser incentivados à pratica regular de atividade física, que pode ser uma caminhada de 30 a 40 minutos ou exercícios equivalentes. A orientação para o início de atividade física deve incluir uma avaliação médica adequada no sentido de avaliar a presença de neuropatias ou de alterações cardio-circulatórias que possam contra-indicar a atividade física ou provocar riscos adicionais ao paciente.
Medicamentos, Hipoglicemiantes orais: São medicamentos úteis para o controle de pacientes com DM tipo II, estando contraindicados nos pacientes com DM tipo I. Em pacientes obesos e hiperglicêmicos, em geral a medicação inicial pode ser a metformina, as sultoniluréias ou as tiazolidinedionas. A insulina é a medicação primordial para pacientes com DM tipo I, sendo também muito importante para os pacientes com DM tipo II que não responderam ao tratamento com hipoglicemiantes orais.
Rastreamento: O rastreamento, a detecção e o tratamento das complicações crônicas do DM deve ser sempre realizado conforme diversas recomendações. Essa abordagem está indicada após 5 anos do diagnóstico de DM tipo I, no momento do diagnóstico do DM tipo II, e a seguir anualmente. Esta investigação inclui o exame de fundo de olho com pupila dilatada, a microalbuminúria de 24 horas ou em amostra, a creatinina sérica e o teste de esforço. Uma adequada analise do perfil lipídico, a pesquisa da sensibilidade profunda dos pés deve ser realizada com mofilamento ou diapasão, e um exame completo dos pulsos periféricos dever ser realizada em cada consulta do paciente. Uma vez detectadas as complicações existem tratamentos específicos, os quais serão melhor detalhados em outros artigos desse site.
Como se previne ?
manter peso normal
praticar atividade física regular
não fumar
controlar a pressão arterial
evitar medicamentos que potencialmente possam agredir o pâncreas (cortisona, diuréticos tiazídicos)
Tipos de insulina Inicio da ação Duração da ação Via de administração uso


Insulina regular



Insulina NPH,
Complexada ou isofano.

prova de tecnico de enfermagem

via intramuscular apresentação




apresentação de vias de administração

LOCAIS DE APLICAÇÃO
Os músculos mais utilizados são:
REGIÃO DELTOIDEANA OU FACE LATERAL DO BRAÇO (MÚSCULO DELTÓIDE)
Aplicação é realizada no músculo deltóide (3 a 4 dedos abaixo do ombro), que não apresenta grande massa muscular, mas estão presentes nervos e vasos sanguíneos, podendo ser dolorida e sujeita a complicações. Orientar o paciente no sentido de que os injetáveis intramusculares devem ser preferencialmente administrados no Glúteo Máximo (nádega).
Contra- indicado para menores de 10 anos e adultos com pequeno desenvolvimento muscular.
Evitar aplicar em:
•Adultos muito magros;
• Crianças abaixo de 10 anos;
• Idosos;
• Injeções muito freqüentes;
• Volume acima de 3,0 ml;

Técnica: Após preparo da medicação e anti-sepsia das mãos conforme descrito anteriormente, orientar a pessoa para manter o braço relaxado ao longo do corpo ou o braço dobrado na altura da cintura;
Verificar visualmente e pelo tato (palpação) se há sinais de endurecimento, marcas de outras aplicações, presença de nódulos, hematomas ou inflamações. Se algum destes sinais forem detectados mudar o local da aplicação. Este cuidado deve ser tomado em qualquer aplicação intramuscular;
Realizar anti-sepsia do local da aplicação com algodão embebido em álcool 70%, com movimentos firmes de cima para baixo, deixar secar, descartar este algodão e manter um algodão seco oposto à mão que esta com a seringa;
Apoiar uma das mãos no ombro, segurando firme o músculo;
Introduza a agulha em ângulo reto (90°) ou ligeiramente inclinada, com um único movimento firme e suave;
Neste momento solte o músculo e puxe o êmbolo para trás para verificar refluxo de sangue;
Se isto ocorrer, retirar imediatamente a agulha e realizar novo procedimento preparando
nova injeção e aplicar em outro local;
Injetar o medicamento lentamente para diminuir o desconforto durante a aplicação;
Após aplicação retirar a agulha com movimento firme e rápido, colocando o algodão seco;
Realizar uma boa compressão para evitar sangramento, se necessário colocar um esparadrapo antialérgico no local.


REGIÃO DORSO-GLÚTEA OU NÁDEGA (MÚSCULO GLÚTEO MÁXIMO)

Aplicar no quadrante superior externo da região glútea, pois é o local mais seguro, longe do nervo ciático, rico em músculos, podendo ser feita profundamente com mais /•'..' conforto para o paciente e segurança para o profissional. (.- -..--,,-. Técnica: após preparo da medicação e anti-sepsia das / '' mãos conforme descrito anteriormente, orientar a pessoa / -—-^ '—• para manter-se em uma das posições para realização da | aplicação: deitado de bruços, com as pontas dos pés \ \ voltadas para dentro ou de lado com os joelhos levemente \ \
dobrados; ^ ^ • Melhor absorção de medicamentos.
Sentado ou em pé com as pernas juntas e o joelho • Contra-indicado para crianças dobrado' menores de 2 anos.
Proceder conforme descrito para a região deltoideana. Aplicar em ângulo de 90°;
Não aplicar volumes maiores que 5 ml (quantidade maior deve ser aplicado em dois locais
diferentes);
Dê preferência às agulhas 30x7 ou 30x8 para evitar o risco de perda de medicamento por
refluxo e formação de nódulos doloridos.
REGIÃO VENTRO-GLÚTEA OU QUADRIL (MÚSCULO GLÚTEO MÉDIO E MÍNIMO)
Aplicação é realizada no terço médio do músculo glúteo lateral, que constitui o quadril. E considerado o local mais seguro e indolor para aplicação intramuscular, porém devido ao
desconhecimento por parte do paciente e também do profissional, este local normalmente não é
lembrado para realização da injeção.
O local é seguro e ideal para aplicação em adultos, idosos e crianças.
Região Ventro-Glútea
)) /

• Local de baixo risco.
• Muito cuidado para identificar
a Crista Ilíaca.
Técnica: após preparo da medicação e anti-sepsia das mãos conforme descrito anteriormente, orientar a pessoa para manter-se em uma das posições para realização da aplicação:
Deitado de costas ou de lado com os joelhos levemente dobrados, sentado ou em pé com os joelhos levemente dobrados;
Não aplicar volumes maiores que 5,0 ml;
O local deve ser demarcado apoiando a palma da mão sobre a articulação do quadril;
Com a ponta do indicador, localizar a parte anterior dos ossos ilíaco, facilmente palpável (com treinamento), manter o dedo fixo neste ponto, abrir a mão formando um V entre o dedo indicador e o dedo médio;
No centro deste V é que se deve introduzir à agulha ligeiramente voltada para cima em direção à crista ilíaca;
Após localização realizar anti-sepsia do local, demarcar novamente e aplicar a injeção conforme descrito anteriormente.
Se a aplicação for feita no quadril esquerdo ou caso o aplicador seja canhoto, inverta a posição dos dedos.
,. fHkSÊK » REGIÃO ANTEROLATERAL DA COXA (MÚSCULO VASTO LATERAL DA COXA)
Aplicação é realizada no músculo vasto lateral da coxa (músculo alongado que se estende do quadril até o joelho). Embora não seja um dos locais mais confortáveis, é considerado local seguro para aplicação em adultos e principalmente em crianças menores de 2 anos.
Não deve ser local para uso frequente de aplicações.
Não aplicar volumes maiores que 3,0 ml.
Técnica: após preparo da medicação e anti-sepsia das mãos conforme descrito anteriormente, orientar a pessoa para manter-se em uma das posições para realização da aplicação: deitado ou sentado com a coxa apoiada no assento e relaxada;
Marcar o local dividindo a coxa em três partes iguais. A aplicação deve ser realizada no terço médio na parte externa, no meio da coxa onde a massa muscular é maior;
Após localização realizar anti-sepsia do local, segurar o músculo entre o polegar e indicador e realizar aplicação introduzindo a agulha (25x7) em ângulo de 90°, no caso de adultos obesos e com músculos desenvolvidos ou então inclinada (voltada para o joelho) de cima para baixo em pessoas magras e crianças;
Região Lateral Externa da Coxa
• Local de
menor risco ^ para crianças t pequenas
• Indicado para
adultos e crianças.
• Aplicar a agulha inclinada na direçâo do juelho.
TÉCNICA EM Z
Está técnica é muito usada em aplicações intramusculares de medicamentos oleosos (ex.:
anticoncepcionais) ou a base de ferro, pois evita o refluxo (evitando perda de medicamento), nódulos, ou inflamações quando ocorre retomo destes tipos de medicamentos. O local ideal para realizar esta técnica é a região dorso-glútea.
Técnica: após preparo da medicação e anti-sepsia das mãos conforme descrito anteriormente, puxar firmemente a pele para baixo ou para o lado com a parte lateral da mão;
Introduzir a agulha com movimento firme mantendo a pele puxada;
Verificar se existe refluxo de sangue aspirando lentamente, caso não ocorra, aplicar lentamente;
Retirar a agulha e somente depois soltar a pele. Desta maneira a pele fechará a saída impedindo o retomo do medicamento injetado.
Outra alternativa é usar a lateral da mão ou puxar a pele para o lado ou para baixo. Voltando à posição relaxada, a pele vedará a saída do líquido injetado para fora do músculo.


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ACIDENTES QUE PODEM OCORRER COM INJEÇÕES INTRAMUSCULARES
Abcessos sépticos - causados pela falta de anti-sepsia. O local é contaminado apresentando pus e inflamação. Higiene e anti-sepsia antes e depois da aplicação são procedimentos importantíssimos.
Dor - as aplicações costumam ser muito doloridas quando feitas rapidamente, quando o volume de medicamento for inadequado para tamanho do músculo, quando o local for impróprio para aplicação ou quando o músculo estiver contraído.
Endurações - são causadas pela aplicação repetida no mesmo local, deixando a região "empedrada". Nestes casos é aconselhável a mudança do local pois o medicamento reflui tomando sua absorção muito difícil. Massagens e compressas quentes são indicadas.
Embolias - são ocorrências extremamente perigosas causadas pela injeção de substâncias indevidas (oleosas, suspensões, ar, pedaços de coágulos entre outras) em veias ou artérias, causando a obstrução de pequenos vasos sanguíneos, levando a necrose (morte) da área atingida. Cuidado! Não esqueça de puxar o embolo para verificar se não foi atingido nenhum vaso acidentalmente antes da aplicação.
Hematomas - são manchas arroxeadas que aparecem no local da aplicação, causadas pelo extravasamento de sangue dos vasos sanguíneos para os tecidos (pele), devido a um traumatismo. Normalmente quando isto ocorre alguns dias são necessários para seu desaparecimento total.
Lesões Nervosas - causadas quando as aplicações são feitas próximas de nervos motores, podendo causar sérios problemas desde dores intensas até comprometimento de movimentos. O conhecimento da anatomia dos locais exatos de aplicação evita este tipo de acidente.
Nódulos - são causados quando aplicação é realizada com agulha menor que a indicada, introduzida parcialmente, ou grande inclinação, tomando a injeção muito superficial. Para evitar este tipo de problema verificar o tamanho ideal de agulha e tomar cuidado principalmente com medicamentos oleosos.
Reaçôes alérgicas ou Choque Anafïlático - são causadas pela injeção de medicamento ao qual o paciente é alérgico, podendo ir desde reações que provocam vermelhidão e prurido (coceira) pelo corpo, até reações complexas e graves como o choque anafilático, que quando ocorre necessita urgência de atendimento hospitalar. A reação pode começar durante ou após aplicação, podendo o paciente apresentar: boca seca, formigamento da língua, respiração ofegante, pressão baixa, pele úmida e fria.
Este é um dos motivos em não realizar aplicações sem receituário médico. A prevenção também pode ser feita realizando-se o teste alérgico (preferencialmente em Hospitais e Clínicas Especializadas) que seguem padrões recomendados, sendo por este motivo proibidos de serem feitos em farmácias.
Tonturas e desmaios - podem ocorrer em qualquer tipo de aplicação devido à ansiedade, falta
de alimentação ou medo com a expectativa da dor, antes ou após aplicação.
Normalmente não tem maiores consequências, mas ocorrendo deve-se colocar a pessoa
sentada em lugar ventilado para recuperá-la do mal-estar.
Se os sintomas não desaparecem rapidamente ou ocorrer desmaio acionar rapidamente
assistência médica.


VIA ENDOVENOSA (E.V.) OU INTRAVENOSA (I.V.)
Área daAplicação: diretamente na veia, para obter um efeito imediato do medicamento;
Medicamentos: os aplicados por esta via são: medicamentos na forma de soluções que não podem ser administrados por outra via (Ex.: via oral sofre ação do suco gástrico);
Volume máximo: até 20,0 ml quando usadas seringas;
Aplicação geralmente indolor;
Tipo de seringa e agulha: seringas com bico lateral com agulhas específicas;
^ Locais de aplicação: selecionar as veias e o melhor local, conforme a faixa etária e características individuais. Veias do dorso da mão (usada em obesos), veias do dorso do pé (usadas como último recurso) e veias da região cefálica (bastante utilizadas em bebé).
Material: algodão embebido em álcool 70 %, algodão seco, garrote, seringas e agulhas específicas;
Deve ser aplicada por pessoa Dorso da Mão
'sennga, treinada para sua realização. de 20 ml
t:OI"bico NOTA: Não aplicar medica-lateral com '
agulhas mentos que apresentem 25x7/25x8 precipitados ou turvações. paraïpiLção em obesos.
TÉCNICA PARA VEIAS DO BRAÇO
Preparar a injeção e fazer anti-sepsia das mãos conforme técnica descrita anteriormente ou usar luvas de procedimento não estéril;
Colocar o garrote sem compressão exagerada a uma distância de até cinco dedos do local da aplicação;
Solicite a pessoa para abrir e fechar as mãos para que as veias fiquem mais fáceis de serem localizadas e sentidas durante a palpação. Pedir para manter o braço imóvel e a mão fechada; !'^ 'Loca1 mais indicado
Realizar anti-sepsia do local de baixo para cima para esta ap ll:aç'>o• deixando o álcool secar, virando a bola de algodão a cada movimento;
Esticar a pele para baixo com auxílio do polegar e introduzir a agulha com o bisel voltado para cima. Observar o refluxo do sangue no canhão da agulha;
Evidenciado a presença de sangue, retirar o garrote e pedir para a pessoa abrir a mão;
Injetar o medicamento lentamente, observando se o local apresenta alguma alteração, e questionar durante a aplicação se a pessoa esta sentindo dor ou queimação (isto indica que a agulha saiu da veia, neste caso retire a agulha e faça nova aplicação, trocando o local de aplicação);
Retirar a agulha e comprimir o vaso com algodão seco sem massagear. Solicite a pessoa para não dobrar o braço somente segurar o algodão

via intramuscular


VIA INTRAMUSCULAR (I.M.)
Área da Aplicação: é feita nos músculos que são dotados de grande área vascularizada, conferindo facilidade de absorção medicamentosa. Por ser uma área bastante inervada por fibras sensitivas, é muito importante que se identifique o local exato da aplicação, para evitar complicações posteriores;
Medicamentos: os aplicados por esta via são: soluções aquosas, oleosas, suspensões etc;
Volume máximo: 5,0 ml;
Material: algodão com álcool, seringa e agulha especificas;
Tipo de seringa e agulha: seringas específicas de 3, 5, ou 10 ml de acordo com o volume a ser administrado com agulhas específicas (ver tabela abaixo).

cuidados de enfermagem no pre e pos operatorio




Definição de pré-operatório
É o período de tempo que tem início no momento em que se reconhece a necessidade de uma cirurgia e termina no momento em que o paciente chega à sala de operação.
Subdivide-se em mediato (desde a indicação para a cirurgia até o dia anterior a ela) e em imediato (corresponde às 24 horas anteriores à cirurgia).

Intervenções de enfermagem

• Atender o paciente conforme suas necessidades psicológicas (esclarecimento de dúvidas);
• Verificar sinais vitais;
• Pesar o paciente;
• Colher material para exames conforme solicitação médica;
• Observar e anotar a aceitação da dieta;
• Orientar higiene oral e corporal antes de encaminhar o paciente para o centro cirúrgico;
• Manter o paciente em jejum, conforme rotina;
• Fazer tricotomia conforme rotina;
• Orientar o paciente a esvaziar a bexiga 30 minutos antes da cirurgia;
• Retirar próteses dentárias, jóias, ornamentos e identificá-los;
• Encaminhar o paciente ao centro cirúrgico

Definição de pós – operatório

É o período que se inicia a partir da saída do paciente da sala de cirurgia e perdura até a sua total recuperação
Subdivide –se em:
Mediato: (após 24 horas e até 7 dias depois)
Tardio: (após 07 dias do recebimento da alta)

Intervenções de enfermagem
• Receber e transferir o paciente da maca para o leito com cuidado, observando sondas e soro etc.
• Posicionar o paciente no leito, conforme o tipo de anestesia;
• Verificar sinais vitais;
• Observar o estado de consciência (sonolência);
• Avaliar drenagens e soroterapia;
• Fazer medicações conforme prescrição;
• Realizar movimentos dos membros superiores ou inferiores livres se possível;
• Controlar a diurese;
• Assistir psicologicamente o paciente e os familiares;
• Observar e relatar as seguintes complicações: (pulmonares “cianose, dispnéia, agitação”); Urinárias (infecção e retenção urinária); Gastrointestinais (náuseas, vômitos, constipação intestinal, sede); Vasculares (Cianoses e edemas); da ferida operatória (hemorragia, infecção e deiscência) e choque.

Tratamentos pós – operatório:

Um acesso arterial e uma linha de pressão venosa central podem estar posicionados para monitorizar a pressão arterial e a pressão venosa central. O paciente pode estar intubado e pode receber oxigenoterapia suplementar. Além disso deve-se obter os seguintes resultados:
• Reduzir o edema cerebral.
• Aliviar a dor e prevenindo as convulsões.
• Monitorar a PIC.

Tratamento de Enfermagem:


O histórico pré-operatório serve como uma linha basal contral a qual podem ser julgados o estado pós-operatório e a recuperação. Esse histórico inclui a avaliação do nível de consciência e responsividade aos estímulos e a identificação de quaisquer déficits neurológicos, como a paralisia, disfunção visual, alterações na personalidade e na fala, bem como distúrbios vesicais e intestinais. A função motora dos membros é testada pela força de preensão manual ou pela impulsão com os pés.
A compreensão que o paciente e a família têm do procedimento cirúrgico previsto e suas possíveis seqüelas é avaliada, juntamente com suas reações à cirurgia iminente. Avalia-se a disponibilidade de sistemas de suporte para o paciente e para a família.
Na preparação para a cirurgia, os estados físico e emocional do paciente são trabalhados até um nível ótimo, a fim de reduzir o risco de complicações pós-operatórias. O estado físico do paciente é avaliado para os déficits neurológicos e seus impactos potenciais depois da cirurgia. Quando os braços ou as pernas estão paralisados, os apoios de trocanter são aplicados aos membros e os pés são posicionados contra uma prancha de pé. Um paciente está afásico, os materiais para escrever ou os cartões com figuras e palavras, indicando a comadre, copo para água, cobertor e outros itens freqüentemente utilizados, podem ser fornecidos para ajudar a melhorar a comunicação.
O preparo emocional do paciente inclui fornecer informações sobre o que esperar depois da cirurgia. O grande curativo craniano aplicado depois da cirurgia pode comprometer temporariamente a cura. A visão pode ficar limitada, caso os olhos apresentem edema. Quando uma traqueostomia ou tubo endotraqueal está em posição, o paciente será incapaz de falar até que o tubo seja removido, de modo que deve ser estabelecido um método alternativo de comunicação.
Um estado cognitivo alterado pode fazer com que o paciente não fique ciente da cirurgia iminente. Mesmo assim, são necessários o encorajamento e a atenção para as necessidades do paciente. A despeito do estado de consciência do paciente, os membros da família precisam de tranqüilização e apoio porque eles reconhecem a gravidade da cirurgia cerebral.

Prescrições de Enfermagem
Obter a homeostase neurológica.
• Regular a temperatura.
• Melhorar a troca gasosa.
• Tratar a privação de sensação.
• Estimular a auto – imagem.
• Monitorar a PIC aumentada, o sangramento e o choque hipovolêmico.
• Prevenir as infecções.
• Monitorar a atividade convulsiva.